Porque GTD, parte 3

May 3rd, 2008

No post anterior eu coloquei o diagrama do processo de David Allen, Getting Things Done. Agora vou começar a explicar um pouco mais como as coisas são feitas, literalmente.

Traduzindo livremente David Allen, “nós coletamos as coisas que demandam nossa atenção; (ii) processamos o que elas significam e o que devemos fazer a respeito delas; (iii) organizamos os resultados, que (iv) revisamos como opções para o que escolhemos para (v) fazer.”

De uma forma simples, há cinco estágios em GTD:

(i) coletar
(ii) processar
(iii) organizar
(iv) revisar
(v) fazer

Geralmente, nossos métodos dizem respeito somente a partes disso: coletamos somente coisas relativas ao trabalho em listas no micro, por exemplo, ou ainda revisamos somente as coisas que conseguimos lembrar por nao termos processado e organizado adequadamente.

GTD propõe um sistema relativamente simples para integrar tudo isso, e é exatamente isso que faz esse sistema ser extremamente valioso para uma pessoa - tenha ela TDAH ou não.

2 responses

  1. Farley comments:

    Pra mim a grande vantagem do GTD é a forma sutil como ele consegue ser absorvido no dia-dia (pelo menos no meu caso foi assim). Além de ser altamente customizável o próprio autor não levanta a bandeira do use “tal software”, faça tantas vezes por dia, etc, o que é exposto é um processo simples e bem definido (como todos deveriam ser).

  2. Newton comments:

    No meu caso, GTD + ZTD = melhor “qualidade de vida”. O método é GTD (customizado como Farley lembrou) mas a “filosofia” deve ser minimalista como o ZTD. Parabéns pelo blog André! Desejo sucsso na implementação de sua organização pessoal mas não esqueça que o objetivo final é curtir mais a vida!

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